Como conheci o minimalismo
Conheci o minimalismo há pouco tempo, acho que em 2013 ou 2014, por minha esposa que sempre traz novidades para mim, como o Feng Shui, um pensamento ou método oriental para dispor as coisas no ambiente, particularmente, acredito, no lar de quem aplica. Em princípio, refutei a ideia! Vinha de um momento em que meu pensamento era de ter mais para usufruir de mais coisas. Mas percebi que isso não necessariamente é verdade.
Digo necessariamente não concordando com o meu eu antes do minimalismo, mas porque acredito que algumas pessoas pensam dessa forma e não cabe a mim julgá-las, afinal, não existe um modo perfeito de se viver a vida, o meu tendendo ao minimalismo não é, por exemplo, mas é algo que eu acredito e serve para mim.
A intenção inicial desse blog é escrever o que penso de determinados assuntos envolvendo o minimalismo, o que ocorrer, na verdade, transmitir para quem puder e quiser ler, apoiar ou contradizer. Minimalismo é, antes de tudo, um exercício de prática e entendimento, como uma filosofia, intenção de desenvolvimento ou mudança de hábitos.
O minimalismo, no momento em que refutei, em meu entendimento era me livrar de tudo, ou quase tudo o que tinha, e viver com nada. Como viver feliz sem ter coisas? Como crescer sem ter ambição? Como ser melhor querendo ser menos? Apesar de não concordar com a ideia, permiti à mim conhecer melhor e entender a ideia e hoje faz completo sentido para mim.
Não se trata de deixar de ter, deixar de desejar, deixar de se desenvolver. Se trata de se desfazer de coisas que não nos permite usufruir daquilo que realmente nós queremos. Se trata de focar no que verdadeiramente traz sentido para nós. Se trata de realizar melhores escolhas.
Se desfazer daquele livro velho que ocupa prateleira. Um livro de um assunto que não é mais do seu interesse, que não há necessidade de consulta, mas está ali, ocupando um espaço que pode, por exemplo, ser deixado vazio, ou ocupado com algo de interesse no momento.
Imagina seu dinheiro aplicado em uma TV a cabo que você mal assiste outros canais diferentes da TV aberta, usufruindo 2 ou 3 horas por semana (considerando 7 dias, de um total de 168 horas, mais ou menos, ou seja, entre 1,2% a 1,8% do seu tempo) mas que te consome R$100 a R$200 (R$1200 a R$2400 no ano), que poderia investir em um curso, viagem, investir, etc. Aí vai do que faz sentido para você.
Descobrir o que faz sentido para a gente faz com que façamos melhores escolhas. Sobre a necessidade disso ou daquilo em nossas vidas. Não permitir que essas escolhas sejam feitas somente para coisas "grandes", mas sim para o nosso dia a dia. Por exemplo, é difícil ver alguém comprando um sofá de 4 metros de largura quando a parede tem 2 metros. É uma escolha óbvia, mas ainda assim uma boa escolha...
A filosofia do minimalismo, é, portanto, ter o mínimo, o que nos traz sentido, para podermos ficarmos focados no que realmente importa.
Digo necessariamente não concordando com o meu eu antes do minimalismo, mas porque acredito que algumas pessoas pensam dessa forma e não cabe a mim julgá-las, afinal, não existe um modo perfeito de se viver a vida, o meu tendendo ao minimalismo não é, por exemplo, mas é algo que eu acredito e serve para mim.
A intenção inicial desse blog é escrever o que penso de determinados assuntos envolvendo o minimalismo, o que ocorrer, na verdade, transmitir para quem puder e quiser ler, apoiar ou contradizer. Minimalismo é, antes de tudo, um exercício de prática e entendimento, como uma filosofia, intenção de desenvolvimento ou mudança de hábitos.
O minimalismo, no momento em que refutei, em meu entendimento era me livrar de tudo, ou quase tudo o que tinha, e viver com nada. Como viver feliz sem ter coisas? Como crescer sem ter ambição? Como ser melhor querendo ser menos? Apesar de não concordar com a ideia, permiti à mim conhecer melhor e entender a ideia e hoje faz completo sentido para mim.
Não se trata de deixar de ter, deixar de desejar, deixar de se desenvolver. Se trata de se desfazer de coisas que não nos permite usufruir daquilo que realmente nós queremos. Se trata de focar no que verdadeiramente traz sentido para nós. Se trata de realizar melhores escolhas.
Se desfazer daquele livro velho que ocupa prateleira. Um livro de um assunto que não é mais do seu interesse, que não há necessidade de consulta, mas está ali, ocupando um espaço que pode, por exemplo, ser deixado vazio, ou ocupado com algo de interesse no momento.
Imagina seu dinheiro aplicado em uma TV a cabo que você mal assiste outros canais diferentes da TV aberta, usufruindo 2 ou 3 horas por semana (considerando 7 dias, de um total de 168 horas, mais ou menos, ou seja, entre 1,2% a 1,8% do seu tempo) mas que te consome R$100 a R$200 (R$1200 a R$2400 no ano), que poderia investir em um curso, viagem, investir, etc. Aí vai do que faz sentido para você.
Descobrir o que faz sentido para a gente faz com que façamos melhores escolhas. Sobre a necessidade disso ou daquilo em nossas vidas. Não permitir que essas escolhas sejam feitas somente para coisas "grandes", mas sim para o nosso dia a dia. Por exemplo, é difícil ver alguém comprando um sofá de 4 metros de largura quando a parede tem 2 metros. É uma escolha óbvia, mas ainda assim uma boa escolha...
A filosofia do minimalismo, é, portanto, ter o mínimo, o que nos traz sentido, para podermos ficarmos focados no que realmente importa.
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